quarta-feira, 28 de julho de 2010

I am the iron man!


Black Sabbath - Paranoid (1970)


Apesar das diversas variações musicais, o grupo firmou seus pés na terra do rock como heavy metal, ao lado do Led Zeppelin, e se tornou uma das bandas mais bem sucedidas juntamente com Metallica, Iron Maiden, Deep Purple e Judas priest.
O cérebro (ainda não tão danificado) do Ozzy osbourne pôs-se à funcionar e criou War Pigs, em protesto às torrenciais chuvas de morte que a guerra do Vietnã trouxe a nação norte americana. A mudança radical da bateria de Bill Ward com o tempo marcado pela guitarra de Tony Iommi e o baixo de Geezer trazem à uma música só, tudo que o black sabbath era naquela época: Um
ícone rebelde e "satanista" na visão do público leigo, aumentando ainda mais as especulações sobre o que o black sabbath realmente era.
Iron man, não faz muito sentido (como grande parte das músicas da banda, mesmo) mas a intro com guitarra do Iommi e o baixo do Butler é tão foda, que é o tipo de riff que você poderia ouvir diversas vezes sem cansar, apesar da falta de nexo no contexto de ficção científica da música.
As canções tornaram-se tão polêmicas que grupos como Pantera e The cardigans regravaram suas músicas. As mesmas tem aparições em diversos jogos da Actvision e serviram de base para bandas que viriam a surgir num futuro mais distante, como Nirvana e Queens of the stone age.

1 - War pigs
2 - Paranoid
3 - Panet Caravan
4 - Iron Man
5 - Electric funeral
6 - hand of doom
7 - rat salad
8 - fairies wear boots


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Incubus - Monuments and Melodies - 2009




Ao mesmo tempo que Incubus é famoso pra cacete, não consigo entender como o mundo não se apaixonou ainda pela voz linda do lindo do Brandon Boyd. Os caras são completamente porra louca, no começo da carreira, na época do S.C.I.E.N.C.E. (1997), apesar de eles serem classificados como Rock/Metal alternativo, eles tinham um visual bem reggae, eu lembro de assistir o clipe de Certain Shade of Green um tempo atrás e ficar com nojo dos dreadlocks do Brandon. Depois daquela famosa fase "começo de carreira tensão" que 90% das bandas já tiveram, eles lançaram o Make Yourself, e quando saiu o clipe de Drive, ele tava mais lindo que nunca, derreti ouvindo a voz dele. A música é muito boa, é mais calminha, se for comparar com Megalomaniac ( a crow left of the murder), mas não foge do estilo de Incubus. Acho que uma das poucas coisas que me incomodam na banda é que eles tem um estilo nos cds, mas tocando ao vivo eles são diferentes. Quer dizer, não que eles estejam faltando com qualidade, porque na verdade eles são perfeitos. O vocal tem aquela mania de tocar um bongo antes da música, da mesma maneira que alguns tem mania de fazer uns solinhos de guitarra, só pra deixar o público ansioso. E isso me lembra a fase "reggae" deles.
Nesse mesmo Cd ainda tem Pardon me, I miss you, e make yourself, que se você for ver, são bem parecidas. Tem aquele comecinho calmo, ai o refrão tem as guitarrinhas do Mike Einziger, e depois volta a bateria do Jose Pasillas, e depois a guitarra, e ainda com o vocal lindão do Brand. No meio disso, o baixo do Dirk Lance e aquelas distorções do dj Chris Kilmore.


Onde eu quero chegar com toda essa explicação, é que o Monuments and Melodies não é um álbum exclusivo, e sim uma coletânea das melhores músicas desse grupo californiano, que incluí, ainda, músicas de Morning View , A Crow Left of the Murder, Light Grenades e Hiatus. São dois cds com vinte e seis músicas no total, e pra quem tem preguiça de baixar álbum por álbum, ou não conheça ainda o trabalho da banda, vale a pena conferir. (e eu recomendo as músicas Oil and Water, Look Alive, megalomaniac, Drive, Anna Molly e Neither of us can see)

All hail Britannian Rock



Klaxons, Myths of The Near Future (2007)


Do Wikipédia: “Klaxons é uma banda britânica de indie-rock, é uma das bandas-fenômenos da cena atual de bandas independentes. Curiosamente, de uma brincadeira feita pelos seus integrantes, seu estilo sonoro se intitulou "new rave".”

Com o estilo de rebeldes bonitinhos do indie, Klaxons apresenta uma mistura de psicodelia e distorção em meio às letras divertidas e sem sentido, com refrões bem definidos e ritmos melódicos, em contrapartida ao estilo um pouco agressivo do instrumental. A soma é impressionante, tornando suas músicas chamativas e que levam o ouvinte a “viagens” quase tanto quanto Pink Floyd e afins. É certamente um tipo bem diferentão de música, e Gravity’s Rainbow fez parte da trilha sonora do jogo Tony Hawk's Project 8.

Os clipes são meio “wtf” mas valem à pena de se ver, e o meu favorito é o de As Above, So Below.

(Por enquanto só lançaram um álbum, mas ainda em 2010 prometem trazer um novo, Surfing The Void)

Ta aí mais uma dica do Tongo Bongo pro planeta Terra ;*

E segundo nossa colaboradora Porcupine, Klaxons é "balansante".

Tracklist:

  1. "Two Receivers
  2. "Atlantis to Interzone"
  3. "Golden Skans"
  4. "Totem on the Timeline"
  5. "As Above, So Below"
  6. "Isle of Her"
  7. "Gravity's Rainbow
  8. "Forgotten Works"
  9. "Magick"
  10. "It's Not Over Yet
  11. "Four Horsemen of 2012

domingo, 11 de julho de 2010

Hate

ALL YOU NEED IS HATE

The Delgados é uma banda de rock escocesa muito amor, e de gravadora própia, a Chemical Underground que foi essencial no lançamento de outras bandas escocesas como Arab Strap e Mogwai.
Apesar da banda me lembrar intestino, fica longe de ser uma merda. Coming in from the cold e child killers são minhas faixas preferidas.
Aquelas melodia gostosa e mimimi que eu gosto.
E mais: não faz sentido ouvir o cd sem ler a tradução.
E eles afirmam, diferente dos beatles, que ''all you need is hate''. Bem ousado, né? Achei também. =]
Taí, esse cd que eu super amo:
http://www.mediafire.com/?wqhmm2mmjge#1

quinta-feira, 24 de junho de 2010

A vez do Cordel estradeiro!

''e eu voava alto porque tinha um grande par de asas, até que um dia caiu...''


É. Olá, é o meu primeiro post aqui e provavelmente vai sair uma merda. Mas compensa, porque o som da banda é original pra dedéu, e o melhor som desse blog inteiro (ok, to sentindo os tapas já). Fall out boy acabou. Pois é, eu nem ligo. Mas Cordel do fogo encantado acabou também, e me deixa super indignada saber que nunca vou em nenhum show deles e pirar, e chamar Lirinha de gostoso e me rasgar de cantar lá da platéia. Os caras fazem uma mistureba danada, e aquele sutaque pernanbucano gostoso é tão louco que depois de ouvir os 3 maravilhosos cds, você fica com um fogo eterno na alma. Cordel é incomparável: a poesia, a voz, o gosto de fazer música que eles possuem, o som rasgando a garganta que vem do fundo da alma dos caras. Uma das bandas mais originais que tenho o prazer de apresentar-lhes. Com certeza, esse som vai realmente pra veia, e fica nela! Todo mundo merece ouvir. É um som pra quem está apagado, de verdade. Melhora qualquer ser.
Ouçam com muito amor (he), aí vai um som do porreta:
http://www.4shared.com/file/LPqLy721/CordeldoFogoEncantado.htm [cordel do fogo encantado. 1°CD]
http://www.4shared.com/file/EvpP823U/Cordel_do_Fogo_Encantado_-_O_P.htm [o palhaço do circo sem futuro. 2° CD]
http://www.4shared.com/file/jt9_TfWA/cordel_do_fogo_encantado_Trans.htm [Transfiguração. 2°CD]

Cordel é amor demais, gente. Sério. =)
Bom som pra vocês. ;*


[ps.:valeu por existir, cordel um abraço gostoso de uma fã alucinada aqui flw]

domingo, 14 de março de 2010

Hi, I'm Johnny Cash.


There’s a man.
His name?
Johnny Cash

O homem de preto. Sua voz tão doce e tão rígida ao mesmo tempo, sua melodias, simples e agradáveis, sentimentais. Uma face surrada, muitas histórias. American IV (2002) é uma coletânea de músicas originais do grande pai do folk somadas a covers inéditos de hits do gênero, e pode-se certamente sentir todo o “drama” da vida do cantor, já quase no fim, na época. O clipe “Hurt” ganhou dois prêmios e foi indicado a vários outros, consistindo em uma analogia da triste história de Cash com as drogas e perdas (vide biografia). A lista de covers conta com “Personal Jesus”, da banda inglesa Depeche Mode e “Danny Boy”, com sua versão em inglês escrita por Frederic E. Weatherly, sendo esses covers adaptados ao estilo original de Johnny, todos com um tom melodicamente depressivo.

Tracks: 1. The Man Comes Around 2. Hurt 3. Give My Love to Rose 4. Bridge Over Troubled Water 5. I Hung My Head 6. First Time I ever Saw Your Face 7. Personal Jesus 8. In My Life 9. Sam Hall 10. Danny Boy 11. Desperado 12. I’m So Lonesome I Could Cry 13. Tear Stained Letter 14. Streets Of Laredo 15. We’ll Meet Again

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fall Out Boy - Folie A Deux






















Essa semana eu estava fuçando na internet quando descobri que o fall out boy acabou. Sério, fiquei muito triste, ai pra descarregar minha tristeza resolvi fazer um post sobre eles, mais especificamente sobre o último CD, Folie A Deux.
Lançado em 2008, o CD fez mais sucesso que todos os outros álbuns então lançados devido a faixas como Beat it, regravação de um antigo sucesso do rockstar Michael Jackson, entre outros sucessos como I don't care com a batida semelhante aos outros singles do grupo, America's Suitehearts, 27 e What A Catch Donnie com tons melodramáticos e a letra que não tem o menor sentido e mesmo assim fico no topo das paradas por um bom tempo.
A banda estourou no topo das paradas com o single Dance Dance, porém, não durou mais do que seis anos após desentendimentos do baixista Peter Wentz com um de seus fãns e após a declaração de Patrick Stump
"Eu não sei sobre o futuro do Fall Out Boy. É vergonhoso falar uma coisa e depois ver o futuro dizer outra coisa. [...] Tanto quanto não tenho um projeto solo, também não posso prever se tocaria no Fall Out Boy novamente."
Apesar dos pesares, o cd pode ser encontrado no link abaixo:
http://www.torrentz.com/433a880957c85b38a301127a6dcd3a233d052a38