É... sexta feira de noite, eu deveria estar me preparando para dormir, visto que amanhã tem ENEM e toda essa chatice hipócrita que o Brasil insiste em admitir (eu sei, ninguém ta aqui pra discutira a degradação da política). QI zerado e quase dormindo (o Álbum do dia coopera bastante para que isso aconteça) não me culpem pelo possível mau humor ou afins.
Insônia?! (não dormir é tão lindo *-*) Os seus problemas acabaram (não, não é nenhum produto tabajara) escutem Nico e durmam feito anjinhos (momento tosco)
Olha que lindo, semana passada decidi ser uma pessoa presente, a começar pelo post sobre o Reed, e meu segundo post... nada mais nada menos que Nico!!! \O/ (grande merda), talvez faça um sobre o Velvet, e depois sobre o Cale, sei La...(olha, já é sábado, ENEM com chuva!!, um espetáculo.(gastar dois dias para se fazer um post, foda isso))
Bom, queira ou não, é incrível a capacidade dela em me por para dormir, com aquela voz lúgubre; (que esses dias perdeu para a cafeína *-*) e para gerar tamanha sonolência, contou com a ajuda de Bob Dylan com I'll Keep it With Mine e The Fairest of the Seasons, These Days , Somewhere There's a Feather, escritas por Jackson Browne , que também cooperou como guitarrista na produção do álbum .
Wrap Your Troubles in Dreams, uma das primeiras músicas do Velvet, foi um presentinho de Reed, que também atuou como guitarrista, Cale contribuiu com Winter Song, violão, órgão e guitarras, e os três fizeram It Was a Pleasure Then, a única música da qual Nico teve sua participação como compositora; Reed e Cale escreveram Little Sister.
Chelsea Girl, a música que dá titulo ao álbum (escolhido em homenagem a Andy Warhol), foi feita pelos ex-coleguinhas de Vevlet (que meigo). Em protesto à pequena surpresinha que teve ao escutar pela primeira vez, seu álbum, carregado de flautas e cordas, ela chegou a dizer:
“I still cannot listen to it, because everything I wanted for that record, they took it away. I asked for drums, they said no. I asked for more guitars, they said no. And I asked for simplicity, and they covered it in flutes! [...] They added strings and – I didn't like them, but I could live with them. But the flute! The first time I heard the album, I cried and it was all because of the flute.”
Enfim, (post dessa vez ta menos sem graça, eu sei, acho que me faltam comentários, mas a culpa não é minha se Nico da sono e Reed me empolga ^^) Nico não escreve só canta, mesmo estando contrariada com o resultado final.
Palavrinha da semana:quiescente- que descansa, que da sossego (escolha foi random, mas veio a calhar ^^)
(só para constar, eustou deveras contrariada com a pobreza e tosquice do meu post)
Depois de muito sofrer com datas e afins, resolvi regular meus horários e aparecer nessa joça toda sexta-feira, então, é.
(porque parecer o Robert Plant é o que rola)
Aha Shake Heartbreak (2004-2005)
A família Followill chegou ao mundo em 2002 com seu single Holy Roller Novocaine e logo atraiu a atenção das gravadoras inglesas. (Vale lembrar que eles são norte americanos). Os garotos são de Tennesse, mas tem um sotaque texano que dava às músicas um toque divertido, não se assemelhava ao folk, mas algum estilo country devido suas origens (e por isso eles tem um estilo de Southern Rock).
O primeiro álbum foi o Youth and Young Manhood, que os levou ao topo com os singles Molly's Chambers, Morning Light eHappy Alone. O engraçado da trajetória da banda é que, na maioria dos casos, a banda começa ruim e vai melhorando, como em uma escada. MAS o KOL é diferente. O primeiro álbum é destruidor, eles tem (ainda) o estilo Southern, meio rock de garagem, bem trash e que você quase não ouve a voz do Caleb e/ou entende o que ele diz. O problema foi que a banda foi nessa escala onde, com a fama, eles acomodam sabe? Nos últimos álbuns parecia que eles gravavam qualquer coisa, como um contrato com a gravadora onde eles deveriam lançar um álbum em tal data. Bom exemplo disso são os shows atuais deles, onde sobem no palco e tocam sem a menor desenvoltura, show do kraftwerk tem mais animação.
Mas voltemos ao Aha Shake que foi lançado na época que você ouvia kings of leon sem ter vontade de vomitar.
O rock deles não é pesado, mas também não é indie rock; muitos classificam como rock alternativo, mas como eu sempre acho que em rock alternativo toda banda é igual, não encaixo eles lá. (Já que esse álbum é completamente único.)
Falemos de Four Kicks. Primeiro eu devo admitir que eu não entendo o que ele diz nessa música, mas eu acho o máximo como é impossível seguir o que ele canta, mesmo sabendo a letra. A voz do Caleb tem um tom que eu não consigo explicar, mas o acompanhamento que o Matt faz com a guitarra te deixa com vontade de pular e batucar no ar com as suas baquetas invisíveis.
Kings of the Rodeo é especial, foi a primeira música deles que eu ouvi e foi amor à primeira vista. Eu ouvia ela váaaaarias vezes seguidas, achava a letra o máximo e repetia "let the good times roll", mal dá pra perceber que o ritmo é quase o mesmo a música toda.
Taper Jean Girl você percebe quando vê Paranóia. Na verdade eu tenho a impressão que essa é a música que se encaixa em QUALQUER filme; Sim, até naquela cena de O Iluminado.
Day Old Blues é outra que eu custei entender o que eles falam, mas quando saquei que era "Day old day old" me senti um gênio, cantava isso quase que o tempo todo. A música é toda melancólica e depressiva e te faz querer parar de ouvir, até ele começar a cantar a TAL parte do Day Old Day Old, e fica um bom tempo falando só isso; haha, mas descrição à parte a música tem aquelas parte que são super diferentes do estilo deprê que deixam ela tão boa, e encaixa perfeitamente com o repertório, que é quase todo de músicas mais animadas.
Daê que esse cd é extramamente recomendável, e, a não ser que você não conheça as músicas anteriores, você até pode baixar Only By the Night, de 2008. É um cd bom, não digo que é descartável, mas o estilo música gay pra remixar e tocar em todo lugar não cola em onze faixas, então não é aconselhável para o ouvir o dia todo, porque cansa.
Come Around Sundown, que saiu mês passado, bom... Eu não vou me pronunciar porque eu ouvi no máximo meia dúzia de músicas, todavia estou completamente desgostosa com eles, então fingirei que esse álbum não existe, mas o que é a opnião de uma reles fã quando se têm críticos que acham lindos a cara de moços ricos e chatinhos que eles exibem? Enquanto eu ouço Knocked Up (Because of the times) me despeço de vocês com um adeus frio e uma dica de banda que só consegue tirar o ** da reta até 2007, e rezo para que o ego deles caia na real, porque aqui se vai mais uma tiete.
Que Streetlight Manifesto é uma banda foda, ninguém tem dúvida, né? Talvez não. Hoje em dia é difícil achar alguém que goste de Ska, já que este tem tantas influências de blues (e o ápice da "cultura musical" atual é pop). Mas o que acontece quando um grupo mal conhecido resolve gravar uma coletânea de músicas intituladas 99 Songs of Revolution ?
Então, na realidade esse álbum era pra ser da banda Bandits of the Acoustic Revolution (que é uma banda composta por membros do Streetlight, incluindo Tomas Kalnoky), mas ai o projeto caiu na internet e a idéia foi a seguinte: O Streetlight Manifesto possui pelo menos umas três bandas relacionadas com membros do SM (como o Thomas, Jamie Egan e Chris Green) que é o Catch 22, o BOTAR e o Gimp. A questão é, de todas essas bandas que o TohKay formou (pseudônimo usado para gravar músicas solo) nenhuma delas realmente foi pra frente. Ai eles entraram num acordo que seria, basicamente, cada uma dessas quatro bandas gravaria 2 cds nomeados 99 Songs of Revolution, e ficaria por isso mesmo se não fosse o fato de que TODAS as 99 músicas serem covers.
O primeiro cd de toda a coletânea foi lançada pelo Streetlight Manifesto e possui onze faixas, dentre as quais eu só consegui descartar uma. É preciso realçar que, por ser uma banda de Ska, as versões ficaram deveras diferente e pra quem não conhece as versões originais até faz soar melhor. (Mas eu aconselho a procurar as músicas verdadeiras, são tão boas quanto.)
A primeira faixa(birds flying away) é de um cara chamado Mason Jennings, e procurando a versão original descobri que o TohKay fez um bom trabalho ao regravá-la. Primeiro porque a voz do tal Mason é horrível, rouca e sem melodia. Todavia o arranjo dela é muito bom, e devo admitir que o cara toca bem.
Depois vem uma música do Squirrel Nut Zippers, que é uma banda mais jazz. A versão verdadeira é muito boa, mas o cover de Hell é muito melhor; É mais animada, faz o gênero de Streetlight mesmo.
Just é uma versão especial. Foi bem ousado da parte deles fazer um cover de Radiohead, mas foi um estouro quando saiu. O estranho é que nas partes em que devia ser a guitarra do Jonny Greenwood, substituiriam por saxofones e deu um efeito de "distorção", parecendo que eles não tinham ritmo, mas pra quem aprecia Radiohead sabe que o thom yorke não se ofenderia em saber que seu xará resolveu homenageá-lo. O problema com essa música foi a crítica que fizeram às habilidades de TohKay como guitarrista, mas não acho que isso seja um problema, se pesarmos a voz brilhante e o timbre e a paixão que ele põe.
Skyscraper, do Bad Religion quase não mudou nada, exatamente como Linoleum, do NOFX. Tudo bem que as duas bandas tem um rock mais pesado, ambas de hard rock, mas isso não impediu que a voz de Fat Mike ficasse tão parecida com a de Kalnoky. Bad Religion fez dessa música algo mais melódico, por isso a escolha foi em cheio e combinou perfeitamente, tornando Skyscraper uma das melhores músicas regravadas pelo SM.
Me and Julio Down by the Schoolyardé uma música que não chamou a minha atenção, nenhuma das duas versões. Achei uma música repetitiva, com a melodia cansativa, apesar de todos os arranjos musicais e por mim trocaria por uma versão de Gnarls Barkley que combina mais com o clima do cd. (Claro que eu prefiro Led, maaaaaas =P)
They Provide the Paint for the Picture-Perfect Masterpiece That You Will Paint on the Insides of Your Eyelids (repita o nome cinco vezes sem respirar) quase não mudou muito, até porque é praticamente da mesma banda, acho que ela ficou menos acústica (até porque ela era do BOTAR, não faz sentido ter mais violão que a original). Todavia, ela ficou mais rápida, o que fez uma certa diferença, porque as letras do Streetlight & Cia são extremamente longas, haja fôlego. Tirando isso, a música continua incrível.
As versões originais de Red Rubber Ball e The Troubadour (The Cyrkle e Louis Jordan respectivamente) são, exatamente como quase todas as outras citadas, boas. Mas como eu (e todo mundo que ouviu esse álbum) conheceu elas na versão do SM, certamente vamos dizer que a versão deles é melhor. No caso de Red Rubber Ball, a letra é divertida, tem um tema de deprezo quando ele diz "no, you are not the only starfish in the sea" o que a deixa mais divertida porque o vocal do The Cyrkle canta ela com uma paz tão grande, que parece que ele realmente não tá nem ai pra quem ele esteja cantando. ( e essa é uma que eu aconselho a ouvir a original)
Por fim vem The Postal Service, que eu também admiro igualmente. Such Great Heights é um dos casos especiais em que não tem como dizer que a versão original é melhor; Como algumas citadas, a regravação não apresentou muita diferença no ritmo. Mas o arranjo e o vocal da primeira (Ben Gibbard, Death Cab for Cutie) faz MUITA diferença. A voz dele é tranquila, enquanto a do Thomas é mais agitada e apressada. (novamente, ouçam a versão do The Postal Service, altamente recomendada).
Resumidamente, o álbum é muito bom, e mostrou, mais uma vez, a qualidade musical dos caras do Streetlight Manifesto, que certamente será repetida nos próximos 7 álbum que tem pra vir. Claro, todos preferimos uma música nova ou outra, até porque o último álbum do SM é de 2007 e eu já quero mais músicas deles como trava língua pra eu aprender a cantar rápido e sair mostrando pra todo mundo, exatamente como você faz quando aprende a cantar Faroeste Caboclo (que eu só sei o primeiro verso, por sinal).
Posso dizer o mesmo do Catch 22, mas não do BOTAR ou do Gimp, que, mesmo sendo bandas muito boas acabaram sendo deixadas de lado. Catch 22 possui um histórico de cinco álbuns de estúdio desde 1998, gravando o seu último em 2006, e um ano depois, dando lugar ao Somewhere in the Between, do SM.
É incrível a habilidade de pessoas felizes se viciarem tanto em alguma coisa, geralmente por um curto tempo, mas acaba que se tornam um saco por isso; ou não; vai saber; mas isso não vem ao caso, a questão é que, a co-fundadora do blog, que nunca posta nada (por esquecimento, preguiça, falta de tempo, essas coisas) resolveu fazer seu segundo post \O/ Aeeeee!! Salva de palmas pra mim, que resolvi cansar a beleza de todos que lêem esse blog, ou seja, quase ninguém (pra não falar ninguém, sei la, você está lendo) com um pedaço tosco (de tosco digo no sentido literal, que quase ninguém sabe qual é, pois é, vá atrás do seu dicionário, procure e se delicie com mais um acréscimo ao seu vocabulário limitado (não era essa a palavra exata que eu procurava, mas tudo bem)) e inútil como esse.
Bom, vamos ao que interessa{ou não?}
A escolha do dia, não é nada mais, nada menos que Lou Reed (coraçãzinho s2s2 (ok, pode me matar depois dessa)).
Falemos de Transformer(não!!! Esse daí é o transformeRs, e não tem nada, eu digo, nada de semelhante com isso) Lou Reed (óóóó!!)- 1972 (droga vai dar 1 ç.ç)
Segundo álbum de estúdio da carreira do músico, que a meu ver é bem melhor sem (John Cale ou Nico). Considerado por muitos o melhor álbum solo do cantor norte americano, um dos precursores da música alternativa, e influência para grandes nomes como Iggy Pop (ô coisinha linda!!), New York Dolls (Também eram umas beldades), e o próprio David Bowie que fez sua participação especial na produção do álbum do dia. Oito(as inusitadas) de suas treze músicas foram escritas durante sua “estada” como membro do Velvet Underground, mas mesmo assim, possui sua parcela VU,Andy’s Chest, Satellite of Love e New York Telephone Conversation(uma das mais divertidas, sabe, aqueles ritmozinhos felizes que te faz balançar de um lado para o outro feito um retardado?).
Bom, o álbum contou com David Bowie (oh realy!!!???) e Mick Ronson (segundo a Rolling Stones o 64º melhor guitarrista, ainda tem que melhorar um bocado para alcançar Jimmy Hendrix, mas ainda não concordo com a lista, afinal, pra mim Kurt Cobain não tocava nada, ele destruía tudo, isso sim, e tava la em cima, Lithium que não venha repudiar) como produtores, guitarrista, pianista backing vocals e outras coisinhas felizes. Entre as músicas “novas”, a mais destacável seria Walk On The Wild Side, um dos sucessos, que junto com o já comentado Satellite of Love e Perfect Day, fizeram a fama internacional do cantor e compositor. Dentre as demais e não menos cool, temos também Wagon Wheel, que gerou rumores que não procederam, de ter sido composta por Bowie (ah, qual é, o cara é foda o suficiente para não pegar uma música escondida), não podemos esquecer de Vicious, com seus riffizinhos (isso soa tão pejorativo) poderosos e um tanto semelhantes ao de Sweet Jane (procure o quanto quiser, não encontrará nesse álbum ^^”), Hangin’Round que me conquistou com seu ritmo e sua caracterização de diferentes como Walk On The Wild Side, que a titulo de curiosidade, se trata eu um nano biografia resumida da vida de quatro travestis, de alguma fama, mas que obviamente, nós, seres alienados do Brasil nunca ouvimos falar (é... eu sei, ofensivo, mas fazer o que, estou beeeeeeeem longe de ser patriota, e meu desejo de sair dessa joça só aumenta (eu sei que não to aqui pra falar de mim)).
I’mmmmm so Freeeee!!
Bom, e com a melíflua (Big Bang é cultura) voz do Reed em Make up, me despeço de vossas senhorias (se é que alguém leu até o fim)
Red Hot Chili Peppers - By The Way (2002)Véspera de feriado e fim de ano me fazem lembrar desse blog, pois é, peço eternas desculpas por tê-lo abandonado tantas vezes, mas acaba que fazer resenha é mais complicado do que a gente pensava, né? Também não vou ficar aqui prometendo o impossível, mas posso dizer que de vez em quando eu venho aqui agraciá-los com as minhas maravilhosas dicas (ha ha.) (Nota para a parcela ínfima de leitores escassos e gringos inusitados que surgem ali no mapinha de visitantes no canto do blog)
Ora, o BTW é o oitavo álbum de estúdio da banda e, na primeira semana do lançamento, vendeu só 282,000 cópias. Teve gente e crítico que desceu a lenha porque o cd era mais melódico, diferente, por exemplo, de Blood Sugar Sex Magic e One Hot Minute. Tudo bem, vamos aceitar que aeroplane, coffee shop e one big mob são realmente boas, apesar de "incrível" presença do Dave Navarro na banda. Eu levaria pedradas se eu disser que ele não tocava nada, mas tendo o John fazendo praticamente todo o trabalho ao escrever as linhas de baixo e guitarra, é óbvio que a direção da banda iria mudar, ora ou outra. Tudo bem que esse não era seu álbum de estréia, mas ele meio que "saiu da casca", principalmente com seus back vocals delícia haha. O próprio John declarou "writing By the Way was one of the happiest times in my life." Ou seja, aceitem que o álbum é bom ao extremo.
Não preciso dizer que a versão ao vivo das músicas dele também são incríveis, né? Dica, procurem o vídeo de Can't Stop em Slane Castle, provavelmente a melhor apresentação deles.
Mas paremos de divagar sobre o quão incrível o John é, e o quão triste estou sem a presença dele no vindouro cd do RHCP.
As músicas foram quase todas (se não todas) escritas pelo Anthony, e ele se esforçou para colocar mais sentimento e sentido nas letras, então quem ouve By The Way não vê sentido algum, todavia a guitarra do John e o baixo do Flea (que sobressaem a bateria do Chad, que apesar de imperceptível, faz um contraste de peso).
No hanking das músicas "gays" tem Dosed, Don't Forget Me e I Could die for You (que eu chorei ouvindo quando eu tinha só 8 anos, pois é.) Mas vamo combinar, com o Anthony cantando
"I could die for you.
Oh this life I choose." pra você, quem não chora? Me deixa iludida, achando que ele morreria POR MIM. haha.
Ai no meio disso tudo tem Midnight (que é o título do post, aliás), que não faz o menor sentido e que não combina nada com o álbum, mas que é boa do mesmo tanto, tem aquele estilo mais calminho, não chega perto de Road Trippin, é mais agitada que Porcelain, mas a letra é menos depressiva.
Daê depois de tanta música calma-pra-ouvir-na-estrada você se depara com Trow Away your Television, que foi considerada por muitos a melhor música ao vivo deles (Slane Castle, as always). É só ver como baixa echu no John quando ele toca.
Cabron, pra mim, é imparcial. Não sei se posso chamar aquilo de riff, meu conhecimento "guitarrístico" é mínimo, mas posso dizer que se é um riff, é bom; Mas só. Acho o resto da música um tanto okay.
Não obstante, posso classificar Tear na mesma categoria, e por mais que o refrão tenha uma melodia bonita, acho ela meio canseira, não sei se ela entraria na categoria música-calma-pra-ouvir-na-estrada. (Mas venhamos e convenhamos que os solos do John perdidos na música sempre deixam elas melhores.)
Mas voltemos à Can't Stop. Gente, QUE MÚSICA É ESSA? Quando o John morrer ele vai pro céu, certeza. No Slane Castle o back vocal dele quase me faz ter um AVC, e ele tocando... Ele tudo. E o Flea lindo e pirando igualmente. A versão de estúdio é igualmente incrível, e eu tenho uma paixão excepcional pelo clipe.
Agora, divaguemos por Venice Queen, aliás, sem divagar, apenar vejam e entendam.
Acho que eu não consegui expressar em palavras a grandeza dessa banda. Mesmo com todos os altos e baixos, os problemas constantes (que no passado eram mais acentuados) com drogas, com membros bizarros (leia-se Navarro) e com a saída de outros tão importantes, acho que a gente não pode e nunca vai descartar a idéia de que RHCP fez parte da vida de muitas gerações, desde o Freaky Styley até o Stadium Arcadium. Ainda é possível creditar alguma chance ao novíssimo membro Josh Klinghoffer ? Díficil, mas não impossível; E não me venha falar de Nirvana (okey senhor @Lithium ?), que eu não estou nem aí pra uma banda onde o vocal acha legal sair por ai se matando (?). Grunge é o caral**, por que bom mesmo é uma banda que existe há 30 anos e consegue a proeza de não perder a qualidade musical. Rezemos também para que o John pense mais nos fãs egoístas dele e volte para o Red Hot, certo? Certo!
Em seu primeiro cd, Flowers conseguiu alcançar uma coisa que pouquíssimas bandas conseguem: Reconhecimento. Existe aquele tabu que no começo, a banda tem uma ou outra música boa, e vai construindo sua fama com o passar do tempo, mas esse não é o caso do The Killers.
Mr. Brightside conta a história de um homem que se apaixona por uma mulher que tem caso com vários homens (uma prostituta, para ser mais exato) e de um amor doentio que ele cultiva durante a canção, e se torna explícito na frase "Jealousy, turning saints into the sea".
Smile like you mean it e somebody told me engloba basicamente o mesmo mundo de amor e traição, a qual a segunda fala da ex que troca o suposto Brand por um homem que subestima o seu "potencial".
As outras músicas não fazem muito sentido, mas ainda sim tem o mesmo estilo rockzinho alternativo melodramático que chama um pouco atenção para o perfil dos membros da banda. A guitarra do Dave não possui nada de muito especial, na verdade, nem o baixo do Mark ou a bateria do Ronnie, mas o estilo anos 80 que eles ressuscitaram no novo cd Day and Age (2008) e a voz do Brand (que cá entre nós, é bem linda e bem gay) transforma as músicas do The Killers em um rock de ritmo animadinho e dançante, com letras bem melosinhas.
Da separação de Panic! At The Disco no ano passado, surgiu uma nova banda, de estilo não menos interessante e não menos adorável, The Young Veins, cujo cabeça é o ex-guitarrista do Panic, Ryan Ross, que provavelmente cansou de ser sombra do vocalista Brendon Urie e resolveu criar sua própria banda, mas isso realmente não vem ao caso, tirando o fato de que Panic! At The Disco sem Ryan Ross definitivamente não é nosso velho e bom Panic, e apesar de New Perspective ser relativamente bom, é sabido que a capacidade de criação de letras do Panic foi toda pro Young Veins, junto com o Ryan Ross.♥ As letras são meio óbvias e um pouco sem sentido, como o esperado do Ryan, mas são divertidas e meigas. -q E o ritmo é o nosso já conhecido Rock Alternativo, com um piano aqui, um baixo ali, e por aí vai, que na voz amável do Ryan (Ryan, Ryan, Ryan, esse post já deixou bem claro minha idolatria por ele) se torna viciante nas primeiras noventa e cinco vezes que você ouve. O grupo já lançou um clipe, o da música Change, que não é nada impressionante, mas também não faz mal assistir. No myspace da banda vocês podem encontrar informações adicionais e ver os integrantes dela :3
Tracklist:
01- Change 02- Take A Vacation! 03- Cape Town 04- Maybe I WIll, Maybe I won't 05- Die Tonight 06- Everyone But You 07- The Other Girl 08- Dangerous Blues 09- Defiance 10- Lie To The Truth 11- Heart Of Mine