quinta-feira, 11 de novembro de 2010
J'aime la France
Amélie-Les-Crayons - Ta Petite Flamme
Juliette Gréco - Tout Doucement ( Quando encontrar algum video coloco aqui )
Jeanne Cherhal - Ma vie en l'air
Coralie Clement - La Mer Opale
Carla Bruni - L´amour
Les Blaireaux - Les Ch'troumpfs ( Quando encontrar algum video coloco aqui ) -_-
Louise Attaque - La plume
Olivia Ruiz - De l'air
No One Is Innocent - La Peur
Noir Désir - Des armes
sábado, 6 de novembro de 2010
É... sexta feira de noite, eu deveria estar me preparando para dormir, visto que amanhã tem ENEM e toda essa chatice hipócrita que o Brasil insiste em admitir (eu sei, ninguém ta aqui pra discutira a degradação da política). QI zerado e quase dormindo (o Álbum do dia coopera bastante para que isso aconteça) não me culpem pelo possível mau humor ou afins.
Insônia?! (não dormir é tão lindo *-*)
Os seus problemas acabaram (não, não é nenhum produto tabajara) escutem Nico e durmam feito anjinhos (momento tosco)
Olha que lindo, semana passada decidi ser uma pessoa presente, a começar pelo post sobre o Reed, e meu segundo post... nada mais nada menos que Nico!!! \O/ (grande merda), talvez faça um sobre o Velvet, e depois sobre o Cale, sei La...(olha, já é sábado, ENEM com chuva!!, um espetáculo.(gastar dois dias para se fazer um post, foda isso))
Bom, queira ou não, é incrível a capacidade dela em me por para dormir, com aquela voz lúgubre; (que esses dias perdeu para a cafeína *-*) e para gerar tamanha sonolência, contou com a ajuda de Bob Dylan com I'll Keep it With Mine e The Fairest of the Seasons, These Days , Somewhere There's a Feather, escritas por Jackson Browne , que também cooperou como guitarrista na produção do álbum .
Wrap Your Troubles in Dreams, uma das primeiras músicas do Velvet, foi um presentinho de Reed, que também atuou como guitarrista, Cale contribuiu com Winter Song, violão, órgão e guitarras, e os três fizeram It Was a Pleasure Then, a única música da qual Nico teve sua participação como compositora; Reed e Cale escreveram Little Sister.
Chelsea Girl, a música que dá titulo ao álbum (escolhido em homenagem a Andy Warhol), foi feita pelos ex-coleguinhas de Vevlet (que meigo). Em protesto à pequena surpresinha que teve ao escutar pela primeira vez, seu álbum, carregado de flautas e cordas, ela chegou a dizer:
“I still cannot listen to it, because everything I wanted for that record, they took it away. I asked for drums, they said no. I asked for more guitars, they said no. And I asked for simplicity, and they covered it in flutes! [...] They added strings and – I didn't like them, but I could live with them. But the flute! The first time I heard the album, I cried and it was all because of the flute.”
Enfim, (post dessa vez ta menos sem graça, eu sei, acho que me faltam comentários, mas a culpa não é minha se Nico da sono e Reed me empolga ^^) Nico não escreve só canta, mesmo estando contrariada com o resultado final.
Palavrinha da semana:quiescente- que descansa, que da sossego (escolha foi random, mas veio a calhar ^^)
(só para constar, eustou deveras contrariada com a pobreza e tosquice do meu post)
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Kings of Something or Other
sábado, 30 de outubro de 2010
99 Songs of Revolution - 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Such a Perfect Day For a Post !!
Aeeeee!! Salva de palmas pra mim, que resolvi cansar a beleza de todos que lêem esse blog, ou seja, quase ninguém (pra não falar ninguém, sei la, você está lendo) com um pedaço tosco (de tosco digo no sentido literal, que quase ninguém sabe qual é, pois é, vá atrás do seu dicionário, procure e se delicie com mais um acréscimo ao seu vocabulário limitado (não era essa a palavra exata que eu procurava, mas tudo bem)) e inútil como esse.
Bom, vamos ao que interessa{ou não?}
A escolha do dia, não é nada mais, nada menos que Lou Reed (coraçãzinho s2s2 (ok, pode me matar depois dessa)).
Falemos de Transformer (não!!! Esse daí é o transformeRs, e não tem nada, eu digo, nada de semelhante com isso) Lou Reed (óóóó!!)- 1972 (droga vai dar 1 ç.ç)

Segundo álbum de estúdio da carreira do músico, que a meu ver é bem melhor sem (John Cale ou Nico). Considerado por muitos o melhor álbum solo do cantor norte americano, um dos precursores da música alternativa, e influência para grandes nomes como Iggy Pop (ô coisinha linda!!), New York Dolls (Também eram umas beldades), e o próprio David Bowie que fez sua participação especial na produção do álbum do dia.
Oito(as inusitadas) de suas treze músicas foram escritas durante sua “estada” como membro do Velvet Underground, mas mesmo assim, possui sua parcela VU, Andy’s Chest, Satellite of Love e New York Telephone Conversation (uma das mais divertidas, sabe, aqueles ritmozinhos felizes que te faz balançar de um lado para o outro feito um retardado?).
Bom, o álbum contou com David Bowie (oh realy!!!???) e Mick Ronson (segundo a Rolling Stones o 64º melhor guitarrista, ainda tem que melhorar um bocado para alcançar Jimmy Hendrix, mas ainda não concordo com a lista, afinal, pra mim Kurt Cobain não tocava nada, ele destruía tudo, isso sim, e tava la em cima, Lithium que não venha repudiar) como produtores, guitarrista, pianista backing vocals e outras coisinhas felizes. Entre as músicas “novas”, a mais destacável seria Walk On The Wild Side, um dos sucessos, que junto com o já comentado Satellite of Love e Perfect Day, fizeram a fama internacional do cantor e compositor. Dentre as demais e não menos cool, temos também Wagon Wheel, que gerou rumores que não procederam, de ter sido composta por Bowie (ah, qual é, o cara é foda o suficiente para não pegar uma música escondida), não podemos esquecer de Vicious, com seus riffizinhos (isso soa tão pejorativo) poderosos e um tanto semelhantes ao de Sweet Jane (procure o quanto quiser, não encontrará nesse álbum ^^”), Hangin’Round que me conquistou com seu ritmo e sua caracterização de diferentes como Walk On The Wild Side, que a titulo de curiosidade, se trata eu um nano biografia resumida da vida de quatro travestis, de alguma fama, mas que obviamente, nós, seres alienados do Brasil nunca ouvimos falar (é... eu sei, ofensivo, mas fazer o que, estou beeeeeeeem longe de ser patriota, e meu desejo de sair dessa joça só aumenta (eu sei que não to aqui pra falar de mim)).
I’mmmmm so Freeeee!!
Bom, e com a melíflua (Big Bang é cultura) voz do Reed em Make up, me despeço de vossas senhorias (se é que alguém leu até o fim)
Goodnigth Ladies (and gentleman)
Everyone knows anything goes


quinta-feira, 29 de julho de 2010
I'm coming out of my cage and i've been doing just fine


The Killers - Hot Fuss (2004)
