sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Ausência garantida
Eu sei... é muito triste o fato de que não estarei aqui nas próximas semanas (na verdade, creio que isso não faz diferença, e que apenas estou me justificando para aqueles que ja estão avisados)
anyeay, fim de ano, vestibulares alok, eu ficando louca essas coisas.
So....
Cya Baby!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Distorted eyes, when everything is clearly dying
Engraçado que da Austrália saem as bandas mais inusitadas. Jet, ACDC, Nick Cave, Man at Work, e não deixando de fora a estranha, porém, agradável Silverchair.
Se você ouve Nirvana e acha que o Kurt era doente, então você não ouviu Frogstomp e Freak Show, os primeiros álbuns do Silverchair. Daniel Johns, na época posterior ao Freak Show (cujo nome é bem peculiar) começou a apresentar sinais de uma possivel depressão, e assim que saiu o Neon Ballroom, você percebe que alguma coisa está muito errada. Mesmo sendo uma banda de pós-punk com influências do nosso amigo perturbado Kurt Cobain e Pearl Jam, o Neon é um álbum excepcionalmente depressivo, e completamente diferente dos outros trabalhos do grupo. Primeiro porque, como seeeeeeempre, a banda era aquele estilo garagem feelings, e existiam uma pá de álbuns que ninguém nem ouviu falar, então acho que quando o Daniel saiu do covil dele com um álbum de baixo do braço e a sua cara de menino aidético, Silverchair conseguiu a atenção desejada, valento até música tocando em Malhação, que maravilha.
E outra, o próprio Daniel disse que não gosta dos álbuns anteriores e que quando gravou o Frogstomp ele tinha 14 anos né, me ajuda! Até eu ouvindo pensei "olha, gracinha de banda." o estilinho adolescente deles mudou completamente, e finalmente, eles amadureceram e criaram o Silverchair que a gente tanto ama. (ou seja, não perca seu tempo ouvindo as músicas anteriores à 1999, não vale o espaço do seu HD.)
Quando o cadeira de prata subia nos palcos, quem era fã ficava desapontado, mas quem se interessou, foi prontamente. O problema era que o delícia do Johns tava ficando cada vez mais magro, então cantar Ana's Song (open fire ), por exemplo, deixava o show com cara de funeral.
Anthem For The Year 2000 foi A música que fez com que a banda explodisse. Na minha concepção, é um tipo de música com uma letra revolucionária, mas que não tinha nenhum objetivo do gênero. Por mais que o Neon fosse um estilo "álbum pessoal", como um diário deprê e com mais sentimento que uma novela das 8, a única coisa que deixa a música FODA é a voz rouca do Johns, com os arranjos moderninhos que eles fizeram na música. (mas não é descartável, na verdade, como eu sempre digo, ninguém liga para a letra, então foda-se.)
Miss You Love... Bom, eu tenho certeza que todo mundo já ouviu. E eu admito que eu odeio esse tipo de música mela cueca que só ouve quem não sabe o que tá cantando, mas Miss You Love é uma exceção. É Importante ressaltar que o Daniel tava numa fase de tristeza total, então, se o cd ficou comercial, não acho que ele tenha usado a tristeza dele em função disso. Mas a música é linda, é triste, é emo, e você não pode ouvi-la se estiver no "fundo do poço".
Dearest Helpless e Emotion Sickness entram no mesmo grupo. A letra é claramente feita por um adolescente da década de 90 em:
" Equalise the pressure it's all too much.
Sex, drugs and image is just enough...
to get you by in the real world."
sábado, 13 de novembro de 2010
Good Morniiiing Starshine!!

Desculpem-me (nem sei pra que pedir desculpas, afinal, ninguém liga pra essa merda mesmo) a pobreza do post, eu realmente não estou em um dos meus melhores dias. Como eu queria viver na base do Peace and Love dos anos 60/70, aquelas pessoas eram felizes (ou não, mas Who cares, elas tinham o melhor do rock).
Sabe, aqueles dias em que se tem preguiça de tudo, se sente um pontinho inútil no meio do vasto universo, você pode arrumar o tema mais empolgante para discursar sobre, que não faz a mínima diferença, por dentro você sabe que seu artigo vai ficar um lixo (eu sei, isso não é terapia)
Bom, anyway, compromisso é compromisso, e um post deve ser feito, so... mãos a obra, (fazer tópicos sem empolgação não é a mesma coisa) (sinto que troveja La fora, enquanto me isolo no meu mundinho musical)
Protelando se vai looooge
Dessa vez, resolvi fazer algo novo (óóóó!!!), hoje postarei sobre um musical \O/ e quem me conhece já deve ter sacado de qual falarei ^^
“Oh say can you see
My eyes? If you can,
Then my hair's too short!”
(uma das partes mais divertidas de todo o filme)
Se você se considera uma pessoa sentimentaloide, daquelas bem comuns que adoram assistir filmezinho mamão com açúcar e roteiros lugar comum, para chorarem bastante e se sentirem emocionadas quando tudo da certo no final, mesmo o herói tendo passado por todas as dificuldades, (não é bem isso o filme)
O Filme (adaptação de um musical da Broadway, um dos meus preferidos, confesso que só assisti 8 vezes, e que se me chamarem, sou capaz de ver mais algumas) se passa nos anos 60, conta a triste historinha de um grupo de hippies paz e amor que viviam felizes e saltitantes com seus doces e marijuanas, enquanto a guerra do Vietnã matava milhões.
O nosso segundo personagem feliz (ou não) é um caipira iludido que resolve se alistar, mas acaba fazendo uma acidade que “fode” com a vida do outro carinha La (eu sei.... Berger não é um “outro carinha” é “O cara” (e que cara!)) quando se apaixona por uma dondoca.
Entre umas e outras, invadem festa de gran finos e canta-se sobre a mesa (o que é bem divertido, a música é contagiante, me deu vontade de subir na mesa, quebrar pratos e cantar também), e os militares gays então, são um arraso com os passinho sob a mesa, também tem a parte das branquelas se babando por negões e das negras se babando pelos “leites azedos”, e também não poderia faltar a parte dorgas, afinal, são hippies e não se pode deixar de nota o protesto contra as mortes causadas pelas guerras.
A parte triste é chegar no finzinho e começar a perceber que o “outro carinha La” vai morrer,(justo quando ele resolve cortar as madeixas e passa a seduzir galões)
E a parte mais triste ainda, é que vai ter uma adptação do musical no Brasil, e um não vou, porque moro em um fim de mundo \O/ (grande merda)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
i'm on it, get on it!
The West Rider Pauper Lunatic Asylum (2009)
Eu escolhi o álbum mais atual exatamente por pensar que ele seria mais conhecido, mas me enganei. Eles começaram a carreira em 1999 com o nome nada sonoro de Saracuse. Na época eles ainda eram estudantes, e depois de gravar o primeiro demo e fazer uma pequena apresentação sob esse título, impressionaram-se com o escândalo de Charles Manson e sua fiel seguidora Linda Kasabian. O baterista Chris Edwards achou o nome da moça muito legal, e foi assim a história de amor deles com o então título da banda. (Kasabian também significa "butcher" lá na Armênia, rs. Não sabe o que é butcher joga no google e sinta o espírito serial killer dos caras)
Em 2004 saiu seu álbum de estréia, o Kasabian e logo eles já estavam se apresentando no festival Glastonbury. Os singles de mais sucesso foram Reason is Treason ( Gran Turismo 4 e Shaun White Snowboarding) , Process Beats, e Club Foot que foi gravada no começo do grupo, mas acabou se tornando hino para tudo quanto é coisa. Bom exemplo é sua freqüente aparição em jogos de video game como Tony Hawk's Project 8, Pro Evolution Soccer 5 e WRC: Rally Evolved além de filmes como Green Streets Hooligans: Stand your Ground (elijah wood), The Guardian (Kevin Costner e Ashton Kutcher) e Goal!.Lost Souls Forever (L.S.F.), uma das músicas mais famosas e provavelmente que mais gruda também tem seus quinze minutos de fama em Fifa 2004. Depois desse histórico de músicas espalhadas por aí, e o contingente de pessoas que baixaram estes singles por causa dos jogos (eis o meu exemplo com TN: Project 8) a banda se tornou, se não internacionalmente, conhecidíssima e seu estilo de rock alternativo, psicodélico, eletrônico e outter space fez o grupo se consagrar no espaço musical.
Em 2006, Christopher Karloff, um dos maiores letristas do grupo e que colaborou com três canções do então álbum Empire abandonou o grupo e isso pode ser ligado, não diretamente, às músicas não tão consagradas como Seek and Destroy e Apnoea. O que salva mesmo é o vocal de Miegham. Mesmo assim, eles venceram o Best Live Act award do NME Awards.
Em 2007 eles gravaram um EP com músicas pertencentes ao futuro álbum de estúdio The West Rider Pauper Lunatic Asylum e o lançamento dele em 2009 colocou a banda, finalmente, entre as melhores, rendendo uma quantidade estrondosa de prêmios e afins.
Fast Fuse, música lançada no EP de 2007, e trouxe a banda de volta ao topo com sua letra "levemente" sociopata quando diz " I’m like Lucifer’s child, wild, acid done". O ritmo repetitivo das guitarras, linhas de baixo e bateria, diferente de muitas, fazem a música soar mais agradável, só mudando durante os refrões e riff inicial.
Underdog é uma música claramente auto depreciativa, mas como a letra não costuma ser notada, você só lembra que o refrão e o solo de
"Kill me if you dare
Hold my head up everywhere
Keep myself right on this train"
são muito bons, e suas baquetas invisíveis são suas melhores amigas enquanto você viaja ouvindo. (só não vale comparar com Pink Floyd, não sabe brincar, não desce do play).
Finally his language touches me,
Because he talks to that part of us which insists on drawing profiles on prison walls,
In that moment, poetry will be made by everyone,
And there will be emu's in the zone. "
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
-Parte 1
Adivinha quem chegou pra fazer os domingos de vocês mais felizes? =D
eu sei que hoje não é Domingo, mas eu escrevi o post e como eu não sei se vou estar vivo até Domingo, aí vai.
(mas domingo eu posto mais, aeae)
Ah, a Escócia...


Os fofinhos do estilo Indie Rock vieram de Glasglow, e o nome da banda (que todos os integrantes passaram a usar como pesudônimo) é o sobrenome do baixista Barry (eu sei que isso é irrelevante, mas adoro curiosidades inúteis). Até hoje, o trio lançou dois álbuns de estúdio: Costello Music, em Setembro de 2006 e Here We Stand, de Junho de 2008, sendo que o primeiro é muito mais simpático. Mas vamos por partes.
Costello Music

É um álbum fuckin' foda, e quem gosta do estilo indie alternativozinho certamente não vai se decepcionar com nenhuma das músicas, algumas animadas pra caralho e outras simplesmente lindas <3>"Henrietta", "Chelsea Dagger", "Baby Fratelli", "Ole Black 'N' Blue Eyes" e "Vince The Loveable Stoner" são minhas músicas favoritas, e algumas delas tem clipes. É só clicar nos nomes que têm link e assistir, apesar de eu não achar que eles tenham nada de especial, só o Chelsea Dagger, porque o Jon tá parecendo com o Mad Hatter. e_e

Tracklist:
1.Henrietta
2. Flathead
3. Cuntry Boys And City Girls
4. Whistle For The Choir
5. Chelsea Dagger
6. For The Girl
7. Doginabag 8
. Creepin' up the Backstairs
9. Vince the Loveable Stoner
10. Everybody Knows your Cried Last Night
11. Baby Fratelli
12. Got Ma Nuts From a Hippy
13. Ole Black 'n' Blue Eyes
E adivinhem, no meio do post eu resolvi não falar do outro álbum, porque ele é chato. /o/
J'aime la France
Amélie-Les-Crayons - Ta Petite Flamme
Juliette Gréco - Tout Doucement ( Quando encontrar algum video coloco aqui )
Jeanne Cherhal - Ma vie en l'air
Coralie Clement - La Mer Opale
Carla Bruni - L´amour
Les Blaireaux - Les Ch'troumpfs ( Quando encontrar algum video coloco aqui ) -_-
Louise Attaque - La plume
Olivia Ruiz - De l'air
No One Is Innocent - La Peur
Noir Désir - Des armes
sábado, 6 de novembro de 2010
É... sexta feira de noite, eu deveria estar me preparando para dormir, visto que amanhã tem ENEM e toda essa chatice hipócrita que o Brasil insiste em admitir (eu sei, ninguém ta aqui pra discutira a degradação da política). QI zerado e quase dormindo (o Álbum do dia coopera bastante para que isso aconteça) não me culpem pelo possível mau humor ou afins.
Insônia?! (não dormir é tão lindo *-*)
Os seus problemas acabaram (não, não é nenhum produto tabajara) escutem Nico e durmam feito anjinhos (momento tosco)
Olha que lindo, semana passada decidi ser uma pessoa presente, a começar pelo post sobre o Reed, e meu segundo post... nada mais nada menos que Nico!!! \O/ (grande merda), talvez faça um sobre o Velvet, e depois sobre o Cale, sei La...(olha, já é sábado, ENEM com chuva!!, um espetáculo.(gastar dois dias para se fazer um post, foda isso))
Bom, queira ou não, é incrível a capacidade dela em me por para dormir, com aquela voz lúgubre; (que esses dias perdeu para a cafeína *-*) e para gerar tamanha sonolência, contou com a ajuda de Bob Dylan com I'll Keep it With Mine e The Fairest of the Seasons, These Days , Somewhere There's a Feather, escritas por Jackson Browne , que também cooperou como guitarrista na produção do álbum .
Wrap Your Troubles in Dreams, uma das primeiras músicas do Velvet, foi um presentinho de Reed, que também atuou como guitarrista, Cale contribuiu com Winter Song, violão, órgão e guitarras, e os três fizeram It Was a Pleasure Then, a única música da qual Nico teve sua participação como compositora; Reed e Cale escreveram Little Sister.
Chelsea Girl, a música que dá titulo ao álbum (escolhido em homenagem a Andy Warhol), foi feita pelos ex-coleguinhas de Vevlet (que meigo). Em protesto à pequena surpresinha que teve ao escutar pela primeira vez, seu álbum, carregado de flautas e cordas, ela chegou a dizer:
“I still cannot listen to it, because everything I wanted for that record, they took it away. I asked for drums, they said no. I asked for more guitars, they said no. And I asked for simplicity, and they covered it in flutes! [...] They added strings and – I didn't like them, but I could live with them. But the flute! The first time I heard the album, I cried and it was all because of the flute.”
Enfim, (post dessa vez ta menos sem graça, eu sei, acho que me faltam comentários, mas a culpa não é minha se Nico da sono e Reed me empolga ^^) Nico não escreve só canta, mesmo estando contrariada com o resultado final.
Palavrinha da semana:quiescente- que descansa, que da sossego (escolha foi random, mas veio a calhar ^^)
(só para constar, eustou deveras contrariada com a pobreza e tosquice do meu post)